domingo, 11 de julho de 2010

Linhas de Crédito para EI em Bancos Públicos Federais

A cada dia que passa mais e mais Empreendedores Individuais (EI) buscam produtos e serviços direcionados às suas necessidades, tanto em relação a orientação empresarial, quanto relacionado a inclusão financeira e acesso a crédito.

Pensando em tais necessidades, a UASF realizou levantamento junto as instituições públicas federais (BB, CAIXA, BNB e BASA) no intuito de informar ao EI as linhas de crédito criadas, cujos resultados estão disponíveis no site www.uasf.sebrae.com.br.


Importante frisar que mesmo não sendo programas específicos de microcrédito, é preciso entender que programas de microcrédito possuem grande correlação com as atividades econômicas passíveis de enquadramento conforme Lei 128/08, daí disseminarmos mais e mais informações sobre o papel das instituições financeiras em prol do EI.

segunda-feira, 28 de junho de 2010

segunda-feira, 14 de junho de 2010

quinta-feira, 10 de junho de 2010

PALESTRA: OPÇÕES DE FINANCIAMENTO ÀS IMPORTAÇÕES


INSTITUTO MERCOSUL, BANCO DO BRASIL E AIESEC REALIZAM CAFÉ DA MANHÃ SOBRE COMÉRCIO EXTERIOR

O Instituto Mercosul, órgão de fomento ao comércio exterior da ACIM, o Banco do Brasil e a AIESEC Maringá realizam no próximo dia 22 de junho, terça-feira um café da manhã com palestras voltadas as empresas que desejam exportar ou importar.
O evento iniciará ás 7h45 da manhã no Auditório Ângelo Planas na sede da ACIM com uma palestra sobre “Opções de financiamento as importações” que será ministrada por Silvia Heberle, gerente de negócios internacionais do Banco do Brasil vinculada à gerência regional de Curitiba. Na palestra Silvia irá expor os mecanismos de apoio que o Banco do Brasil oferece aos interessados em obter financiamentos para efetuar importações.
A segunda palestra será proferida pela diretora de intercâmbio corporativo da AIESEC Diana Alves. Na ocasião, Diana irá apresentar os Programas ExportAÇÃO e ImportAÇÃO desenvolvidos pela AIESEC para facilitar a vinda de intercambista para trabalharem em empresas de Maringá e região que desejam iniciar ou aprofundar seu processo de internacionalização.
Aos interessados em participar do café da manhã, é indispensável à confirmação da presença, já que as vagas são limitadas. Os interessados deverão enviar nome completo, nome da empresa, telefone para o e-mail eventos@institutomercosul.org.br ou ainda confirmar presença pelo telefone 44 3025 9616.
Esse evento conta com o apoio da ACIM, da NB Operadora de Intercâmbio, da CACINOR e da Noroeste Garantias.

Sobre a AIESEC:
A AIESEC é uma rede global formada por jovens universitários e recém-graduados. Atualmente a AIESEC está presente em 1700 universidades em 109 países e territórios, tendo realizado mais de 470 conferências promovendo 5500 intercâmbios profissionais no Brasil e no exterior.

Bancos reforçam crédito para pequena empresa

Roberta Scrivano - O Estado de S.Paulo
Com o nível de mortalidade em queda e bons índices de pontualidade no pagamento, as micro e pequenas empresas têm despertado o interesse do mercado financeiro. Aos poucos, elas estão resgatando a confiança dos bancos e se tornando um investimento de menor risco, o que facilita a captação de crédito.

As micro e pequenas representam 99,2% das empresas brasileiras, geram 60% dos empregos e respondem por 30% do Produto Interno Bruto (PIB), segundo o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). E é de olho nesse mercado que os grandes bancos anunciam contratações, elaboração de áreas específicas para empresas de pequeno porte e a criação de novos produtos. "Esse mercado é um grande negócio e os bancos estão certos nessa aposta", diz Ricardo Tortorella, diretor-superintendente do Sebrae.

Entre os grandes bancos de varejo, o Santander tem uma das estratégias mais agressivas para abocanhar um maior número de clientes desse perfil. A previsão de Ede Viani, diretor da área de pequenas empresas do Santander, é dobrar a base de clientes para 1 milhão até 2012. "Para conseguir esse feito, vamos adicionar, até 2012, 1,7 mil gerentes específicos para prospectar e atender pequenos empresários", diz.

O diretor conta que a decisão de crescer nesse segmento está ligada às boas previsões de crescimento das micro, pequenas e médias empresas, e à avaliação do Santander de que a fatia desses empresários na carteira de crédito total é pequena quando comparada com a concorrência.

Ao final de março, o total de empréstimos do Santander alcançava R$ 139,9 bilhões, dos quais 22% eram para empresas de pequeno e médio porte. A expectativa para este ano é crescer o nível de empréstimo em 25%.

O Bradesco, por sua vez, aposta na inovação para atrair novos micro, pequenos e médios empresários para a carteira de 1,1 milhão de clientes desse nicho. "Queremos aperfeiçoar o canal de comunicação com esse mercado e desburocratizar", diz Nilton Pelegrino, diretor do departamento de empréstimos e financiamentos do banco.

Para desburocratizar, Pelegrino conta que a intenção é oferecer mais produtos pela internet, "para que o empresário consiga adquirir um crédito sem a necessidade de ir à agência". Até março, a carteira de crédito do Bradesco era de R$ 235 bilhões, sendo R$ 68 bilhões para micro, pequenos e médios empresários.

O Itaú Unibanco não pretende fazer novas contratações para enfrentar a concorrência mais acirrada. "Já temos 8 mil gerentes específicos para esse público - no mínimo um por agência", diz Sandra Boteguim, diretora executiva de produtos de Pessoa Jurídica. Hoje, a base de clientes formada por micro, pequenos e médios empresários chega a 1,5 milhão. "Temos 11% de market share e até o fim do ano chegaremos a 12,5% de participação", prevê. Ela diz que, no Itaú, o segmento crescerá acima da média de mercado - que, segundo ela, tem expectativa de alta de 20% no volume emprestado.

Sem crise. Para o gerente de indicadores de mercado da Serasa Experian, Luiz Rabi, o interesse do setor financeiro pelas micro e pequenas empresas se explica basicamente por dois fatores: elas foram e estão sendo menos prejudicadas pela crise porque concentram seus negócios no mercado interno; e, com o crescimento, estão conseguindo melhorar sua imagem e se tornarem tomadoras de empréstimos mais confiáveis.

A última pesquisa da consultoria mostrou que a saúde financeira dessas empresas nunca esteve tão bem. No primeiro quadrimestre, 94,4% dos pagamentos foram pontuais (à vista ou com até sete dias de atraso). "Isso é um recorde nos últimos cinco anos, quando começamos a fazer essa pesquisa", diz Rabi. "Os bancos começaram a perceber que o risco das micro e pequenas empresas não é tão grande." Entre janeiro e abril deste ano, a procura por crédito foi 13,9% entre empresas de menor porte.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

INOVADORES TÊM CRÉDITO

Instituições como o BNDES consideram o valor das ideias para concessão de financiamentos

Há dois anos, depois de criar osso injetável e um composto que acelera em seis vezes o crescimento de partes do esqueleto, o cientista Walter Israel Cabrera, da Universidade de São Paulo (USP), resolveu montar sua própria empresa, a Bioactive. Sem acesso a crédito, no entanto, até pouco tempo atrás o pesquisador tirava do próprio bolso R$ 4 mil por mês para manutenção do negócio, que conta com o apoio da incubadora Cietec, de São Paulo.

Histórias como essa começam a mudar. A Bioactive é uma das 1.800 selecionadas na rodada inicial do Prime — Primeira Empresa Inovadora, da Finep, que vai repassar R$ 120 mil não reembolsáveis, para cada aprovado, a partir deste mês. Com o dinheiro, Cabrera poderá obter registros e adequar o laboratório às normas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). “Devemos faturar R$ 350 mil por mês quando começarmos a vender os produtos”, diz.

Cabrera se beneficiou de uma tendência que está ganhando força no Brasil: a incorporação de ativos intangíveis, ou seja, de potencial inovador, e de negócios como parte dos valores de que a empresa dispõe para obtenção de recursos. “Essa já é uma realidade no exterior”, explica a superintendente de Subvenção e Cooperação da Finep, Gina Paladino. O próprio Prime é um exemplo de que a inovação não passa apenas pelas empresas, mas também pelos financiamentos. O programa conta com R$ 1,3 bilhão e deve favorecer cinco mil negócios.

Com o mesmo objetivo, o BNDES se prepara para mudar a metodologia de análise e incluir ideias como garantia de crédito. O sistema já está em teste na instituição, mas sem data para a estreia oficial. “O peso dos ativos intangíveis pode chegar a 50% das exigências para crédito”, explica o gerente do Departamento de Risco e Crédito do banco, Adriano Dias Mendes.

DINHEIRO PARA O DIA DIA E PARA INFRAESTRUTURA